A legislação determina que haja estrutura para esses equipamentos em prédios com até três banheiros por apartamentos. Os empreendimentos cujas unidades tenham quatro sanitários ou mais precisam ser entregues com o sistema já em funcionamento, informa a Associação Brasileira de Energia Solar Térmica (Abrasol).
Independentemente da lei, há casos de edifícios novos cujo porte não é abrangido pela norma, mas que estão optando pelo aquecimento solar. Prédios mais antigos, anteriores à legislação, também, caso queiram, não só para atender os apartamentos, como também para a piscina.
Há casos de prédios que ainda utilizam chuveiros elétricos. Porém, vale a pena rever tudo isso, principalmente em tempos de crises hídricas, como atualmente. Para oferecer uma ideia da relação custo-benefício, o chuveiro elétrico representa 25% da conta mensal de energia elétrica das famílias brasileiras. Com um investimento em torno de dois mil reais, obtém-se uma economia significativa na conta de luz, fator que impacta positivamente no orçamento doméstico.
Os aquecedores solares de água são cerca de quatro vezes mais eficientes do que os painéis fotovoltaicos e atendem a aplicações residenciais de baixa até alta renda. São a alternativa mais eficaz para a redução expressiva do consumo nos chuveiros elétricos, sistemas de gás ou elétricos.











