5 motivos para investir ou morar no primeiro edifício-árvore do Brasil

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5 motivos para investir ou morar no primeiro edifício-árvore do Brasil - ARVORECom projeto assinado pelo escritório italiano Archea Associati, de Marco Casamonti, o empreendimento rompe com a lógica dos superedifícios de Balneário Camboriú: em vez de disputar metros de altura, concentra tecnologia, biofilia e eficiência energética em apenas 26 unidades, uma por andar, com densidade inteligente, ventilação cruzada real e três pavimentos de lazer voltados ao bem-estar. O Auris foi concebido segundo as diretrizes das certificações WELL, voltada à saúde e ao bem-estar das pessoas dentro dos edifícios, e LEED, referência global em sustentabilidade ambiental, com soluções que possibilitam reduzir em até 42% o uso de ar-condicionado, melhorar em 16% o conforto térmico, economizar 26% de energia e até 52% de água por meio de reaproveitamento de águas cinzas e da chuva.

A seguir, cinco motivos que ajudam a entender por que o primeiro edifício-árvore do país dialoga com o que há de mais atual em moradia de luxo e saúde urbana.

  1. Saúde em primeiro lugar: ar mais puro e água de alta qualidade
    No Auris, o luxo começa pela saúde: sistemas dedicados elevam a qualidade da água de chuveiros e torneiras e monitoram o ar em tempo real. Sensores indicam quando renovar o ambiente ou ajustar a climatização, reduzindo riscos ligados a alergias e doenças respiratórias. Em um cenário de sucessivas ondas de gripe e vírus, morar em um prédio que cuida disso todo dia vira decisão de proteção à família, não apenas um diferencial.
  2. Eficiência que aparece na conta de luz e no conforto
    A fachada com brises, o “twist” da torre e a ventilação cruzada foram pensados para a performance, não só para a estética. Estudos indicam potencial de redução de até 42% no uso de ar-condicionado, melhora de 16% no conforto térmico, economia de 26% de energia e até 52% de água com reaproveitamento. Isso significa menos impacto ambiental, condomínio mais eficiente e conforto diário que o morador sente no bolso e na rotina.
  3. Valorização acima da média em um mercado competitivo
    Na Europa, imóveis saudáveis e sustentáveis já são negociados com prêmio em relação aos prédios convencionais. O Auris traz essa lógica para Balneário Camboriú ao combinar endereço disputado, baixa densidade (26 unidades, uma por andar) e tecnologia rara no Brasil. À medida que regulamentações e compradores passem a exigir desempenho, tende a registrar valorização acima da média dos empreendimentos focados apenas em fachada e altura.
  4. Exclusividade real: menos unidades, mais bem-estar
    Com apenas 26 apartamentos, todos com ventilação cruzada real e pé-direito de 3,10 metros, o Auris privilegia privacidade e qualidade do ar. A planta tem poucos elementos estruturais internos, permitindo alto nível de personalização, inclusive com consultoria do escritório italiano. Nos três pavimentos de lazer, cerca de 930 m² reúnem espaços de convivência, bem-estar, horta, pet place e rooftop com piscina voltada para o mar, pensados para uso intenso pelos moradores.
  5. Longevidade sustentável e proteção contra obsolescência
    Nos mercados europeus de alto padrão, já está consolidado que imóveis sustentáveis preservam e ampliam valor no longo prazo. No Brasil, essa cultura ainda é nova, o que faz do Auris uma antecipação: estrutura preparada para a maresia, uso de pedra e madeira em vez de acabamentos descartáveis e diretrizes WELL e LEED criam um ativo difícil de envelhecer. Daqui a 10 anos, enquanto prédios convencionais podem parecer datados, o Auris tende a continuar atual, competitivo e desejado justamente por entregar o que o mercado ainda está aprendendo a cobrar.