Com foco no bem-estar e na conexão com o natural, a tendência deste ano é a de um luxo mais humano e silencioso
A arquitetura de luxo está passando por uma transição silenciosa, mas profunda. Se antes o brilho dos acabamentos e o impacto visual definiam o status de um projeto, agora o verdadeiro luxo é sentir o conforto, silêncio, leveza e identidade. Para 2026, a arquiteta Juliana Meda, especialista em interiores de alto padrão, prevê uma linguagem mais humana e natural, marcada por texturas orgânicas, materiais artesanais e tecnologia integrada. “Estamos vendo um movimento em direção ao feito à mão, à cerâmica, ao couro e à madeira. As pessoas querem uma casa com cara de casa, que reflita suas memórias e emoções. O luxo hoje está na exclusividade e no conforto genuíno, não no excesso”, afirma Juliana.
Segundo a arquiteta, o bem-estar será um dos eixos centrais do design de interiores no próximo ano, com destaque para o conforto térmico, acústico e visual. Automação, iluminação natural e ventilação eficiente passam a ser elementos essenciais, impactando diretamente na saúde mental e física dos moradores.
Dentro desse contexto, as esquadrias de alta performance ganham protagonismo ao aliar estética e engenharia. Em projetos contemporâneos, elas aparecem cada vez mais sutis — com perfis finos, grandes planos de vidro e sistemas minimalistas — mas incorporam tecnologias capazes de proporcionar isolamento térmico e acústico de alto nível.
Para Philipp Killian, diretor da Weiku, empresa de origem alemã e referência em esquadrias de alto desempenho, o cenário é promissor: “Percebemos um crescimento expressivo na demanda por soluções que entregam conforto e eficiência. O público de alto padrão busca performance técnica e bem-estar. Isso abre espaço para inovações que unem engenharia e design, e vemos um 2026 muito favorável para o setor”, afirma.
As esquadrias de PVC da Weiku, por exemplo, podem reduzir o ruído externo em até 35 decibéis, dependendo da composição do vidro e do sistema de vedação. Além disso, oferecem eficiência energética ao manter a temperatura interna estável e reduzir o consumo de ar-condicionado. O desempenho térmico é reforçado por vedação hermética em todo o perímetro e perfis com câmaras de ar, que funcionam como barreiras naturais contra calor e frio.
Esses sistemas costumam integrar vidros duplos ou laminados, que ampliam o isolamento e filtram até 99,6% dos raios ultravioleta, protegendo pessoas e mobiliário do desbotamento. A evolução dos materiais também permite aberturas de até seis metros sem emendas, mantendo amplitude e elegância visual — uma demanda crescente no design de luxo contemporâneo.











